1. Há quantos anos jogas padel?
R: Há oito anos.
2. Como encaras o padel na tua vida: como desporto, desporto de alta competição ou profissão?
R: Tudo em geral, é a minha vida.
3. De 1 a 8, qual é o grau de equilíbrio que tens entre a tua vida pessoal e o padel?
R: Diria que um 5, porque os concilio bastante bem.
4. Consideras que o padel é um desporto coletivo ou individual?
R: Coletivo.
5. Quantas vezes treinas por dia?
R: Treino, geralmente, uma vez de manhã e aí faço tanto padel como físico.
6. Qual parte do treino gostas mais: físico, técnico ou tático?
R: Tático.
7. Qual é o lado do campo em que te sentes mais confortável a jogar: esquerdo ou direito?
R: Na direita, já que sou esquerdina.
8. Consideras que tens de melhorar o teu jogo coletivo: sim ou não?
R: Sim, há sempre que melhorar.
9. Qual é o gesto técnico que mais gostas de aplicar em jogo?
R: O volei de dereita paralelo.
10. Qual é o gesto técnico que mais tens de trabalhar?
R: A parede do fundo de esquerda.
11.Qual parte do jogo precisas de entender melhor: a defesa, o ataque ou o contra-ataque?
R: Diria que o ataque.
Num torneio…
12. Preferes jogar indoor ou outdoor?
R: Outdoor, já que as pessoas não se costumam dar muito bem e, pelo menos eu, estou muito habituada desde pequena.
13. Num campo lento, semi-rápido ou rápido?
R: Rápido.
14. Preferes jogar de manhã, à tarde ou à noite?
R: De manhã.
15. Num torneio, treinar e jogar em diferentes tipos de campo influencia o teu jogo: sim ou não?
R: Sim, mas no final acabas por te habituar.
16. Como parceria, estudam os adversários antes dos jogos: sim ou não?
R: Geralmente sim.
17. Nos torneios preferes ter a presença de um treinador: sim ou não?
R: Sim, claro.
18. Quando tens o treinador nos torneios, o que gostas de ouvir durante o descanso:incentivos, uma crítica construtiva ou táticas a aplicar no momento do jogo?
R: Gosto que, se fizer algo mal, me diga, porque não quero continuar a fazê-lo mal e, obviamente, que me diga tudo o que eu possa melhorar no jogo.
Foro psicológico
19. No foro psicológico, o que sentes que tens de trabalhar mais para melhorar a tua performance: a frustração, a ansiedade ou a confiança?
R: A confiança.
20. Qual o grau de influência que o público tem na tua adrenalina: nenhuma, pouca, razoável ou muita influência?
R: Diria que um bocadinho; um bocadinho a subir.
21. Qual o grau de influência que o público tem na tua concentração no jogo: nenhuma, pouca, razoável ou muita influência.
R: Nenhuma, concentro-me no jogo.
22. De 1 a 8, qual é o teu grau de aceitação quando o adversário te manda a bola ao corpo?
R: Se deixaste a bola curta ou se o fizeste porque jogaste mal e essa é a única opção que ele tem para ganhar o ponto, parece-me normal, por isso não me importa muito. Daria um 8.
23. De 1 a 8, que influência tem para ti uma derrota?
R: Depende da derrota. Se for algo que fiz mal, influencia-me bastante, mas se sei que competi a bom nível e que fiz as coisas bem, não me afeta muito, por isso daria um 5.
24. De 1 a 8, que peso atribuis ao momento de servir para fechar o set?
R: Dou bastante importância, por isso um 8.
25. E o que mudas no teu comportamento nessa altura: autoestima, concentração individual, concentração em grupo…?
R: Diria que falar com a minha parceira para saber o que vamos fazer nesse momento e, sobretudo, focar-me em cada ponto para poder tirar o máximo rendimento.
26. Quanto tempo demoras a recuperar de um desempenho menos bom: minutos, horas, dias ou meses?
R: Depende; se foi muito mau, talvez seja verdade que demora um pouco de tempo, por exemplo, uns dias. Mas, na realidade, quando o torneio acaba, já te concentras no seguinte.