Madrid P1: Novas duplas, mais internacional e com sabor a despedida

De 1 a 6 de setembro, o Madrid P1 reunirá jogadores de 16 países e prestará homenagem a Alejandra Salazar na sua última aparição em casa
FOTOGRAFIA DA PREMIER PADEL

Começa a reta final da temporada de 2026. Após a pausa estival, em que alguns jogadores recarregaram energias, outros continuaram a somar pontos no circuito FIP e vários celebraram medalhas nos XX Jogos do Mediterrâneo, regressa a competição ao mais alto nível com o Comunidad de Madrid Premier Padel P1 by Oysho de 1 a 6 de setembro, no Movistar Arena.

A quinta edição do torneio chega com novidades e muita história para contar. No quadro feminino, Claudia Fernández procurará o seu terceiro título consecutivo após vencer as duas últimas edições com duplas distintas –Gemma Triay em 2024 e Bea González em 2025–. Agora, juntamente com Martina Calvo, com quem já levantou o troféu em Londres P1, após a estreia em Pretória, tentará prolongar a sua série e defender os 1 000 pontos em disputa.

No masculino, a memória de 2025 permanece fresca: Leo Augsburger e Martín Di Nenno coroaram-se campeões após um percurso épico, eliminando as duplas número 2, 3 e 1 do ranking, desde os quartos até à grande final.

Esta edição terá, além disso, um significado especial: será a última vez que Alejandra Salazar joga em casa antes de se retirar. No domingo, 6 de setembro, entre as duas finais, Madrid vai parar para prestar homenagem à ex-número um e cinco vezes campeã do mundo.

As mudanças no mapa de duplas

O torneio chega com mudanças importantes no mapa de duplas. Franco Stupaczuk muda de rumo e, após a sua fase com Mike Yanguas, junta-se a Jon Sanz. Yanguas, por sua vez, inicia novamente um desafio com Coki Nieto. O argentino Álex Chozas associar-se-á a Juani de Pascual, enquanto Javier Barahona partilhará o campo com Maxi Sánchez Blasco.

No feminino, Raquel Eugenio e Martina Fassio põem fim ao seu projeto conjunto. Eugenio formará dupla com Jimena Velasco, e Fassio, com Verónica Virseda. Além disso, Virginia Riera e Julieta Bidahorria começarão um novo ciclo.

1 000 pontos em disputa

O Movistar Arena será o epicentro do evento, com três campos cobertos –um central e dois secundários–. Como torneio de categoria P1, tanto no quadro masculino como no feminino, os campeões somarão 1 000 pontos; os finalistas, 600; os semifinalistas, 360; os quartos de finalistas, 180, e quem alcançar os oitavos de final, 90 pontos. Pontos que podem fazer a diferença para chegar a Paris com vantagem e uma posição privilegiada para a reta final da temporada e para as Barcelona Finals.

Quanto ao prize money, segundo a ficha técnica do torneio, serão distribuídos 479 068 €. Na categoria masculina, cada membro da dupla campeã receberá 26 270€; os finalistas, 13 917€, e os semifinalistas, 7 340€. Na categoria feminina, cada vencedora obterá 17 000€; as finalistas, 9 350€, e as semifinalistas, 5 100€. Valores que geraram debate e sobre os quais já se manifestaram várias jogadoras do circuito, entre elas Delfi Brea e Gemma Triay, na última conferência de imprensa do Londres P1.

A internacionalização do evento madrileno

O padel não conhece fronteiras e o Madrid P1 confirma-o. De 1 a 6 de setembro, o Movistar Arena será ponto de encontro de 16 nacionalidades nos quadros de qualificação e principal.

Espanha lidera a representação com figuras como Gemma Triay, Paula Josemaría, Ari Sánchez, Arturo Coello, Alejandro Galán e Juan Lebrón. Muito perto, a Argentina chega com potência: Agustín Tapia, Fede Chingotto, Franco Stupaczuk, Delfi Brea e Claudia Jensen.

No panorama europeu, a Itália será uma das delegações mais numerosas, com Denis Perino, Aris Patiniotis, Carolina Orsi e Giorgia Marchetti. Portugal contará com Sofia Araújo, Miguel Deus e Nuno Deus; a França, com Thomas Leygue e Léa Godallier; a Grã-Bretanha, com Catherine Rose e Christian Medina Murphy; Os Países Baixos, com Thijs Roper e Marcella Koek; a Alemanha, com Victoria Kurz e Agustin Reca; a Bélgica, com Clément Geens; a Grécia, com Christina-Styliani Ntanou; e a Suécia, com Adam Axelsson e Douglas Rutgersson.

Do continente americano, o Brasil contará com Lucas Campagnolo, Lucas Bergamini e Raquel Piltcher; o Paraguai, com Martín Abud e Mariano Agustín González; e o Chile, com Javier Valdés. Em representação da Ásia, competirão Iñigo Jofre e Arnau Ayats, pelos Emirados Árabes Unidos, e Ksenia Sharifova, pela Rússia.

O impacto também se fará sentir nas bancadas e nos ecrãs. Segundo a nota de imprensa da Premier Padel, o torneio será transmitido em direto em 244 territórios, um número que se soma ao marco alcançado em 2025, quando adeptos de 83 países adquiriram bilhetes para viver o evento ao vivo.

Onde ver o torneio

A competição poderá ser seguida gratuitamente através do canal oficial de YouTube da Premier Padel até aos oitavos de final. A partir de 4 de setembro e até às finais, a transmissão ficará a cargo da Red Bull TV, também em aberto.

Comparte este artículo

¡Gracias por tu suspcrición!

Todo el contenido está disponible para ti